quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Fuja da infelicidade



*Já escrevi aqui neste blog inúmeras vezes sobre a rotina dos nossos dias, a vida moderna ou o nosso tempo, onde invariavelmente se constata correria, desajustes, desequilíbrio e obstáculos tantos para serem suficientes a apontar-nos um caminho nebuloso e sem perspectivas positivas.
Feliz ou infeliz?
E sobre a felicidade, também já abordei aqui hábitos que podem auxiliar os que vivem uma vida de busca da felicidade sem no entanto conseguir alcançar nada nem próximo deste sentimento.

Hoje, a abordagem é outra. É sobre estudos que apontam a rotina e os hábitos daqueles que são, de fato, infelizes.
Sabemos que algo próximo de 7.000.000.000 (Sete Bilhões) de pessoas habitam nosso planeta, e que destes muitos, a maioria dizem os especialistas, são seres felizes. Por outro lado, uma parcela considerável deste montante vão na contra-mão da felicidade, e se declaram completamente infelizes.

Pesquisas afirmam que menos 40% da nossa felicidade depende apenas de nós mesmos, e que os demais fatores para ser feliz derivam de exterioridades, nem sempre tangíveis a todos. 

A boa notícia, é que o vácuo entre felicidade e infelicidade é brando, e oscilamos entre um e outro sentimento quase que diariamente, e este tempo em que ficamos felizes ou infelizes é o que pode determinar ao final, o quanto fomos mais ou menos felizes.

Listo aqui os sete hábitos mais comumente encontrados na rotina dos que se declaram infelizes:

1 - A SUA CRENÇA PADRÃO É DE QUE A VIDA É DURA

As pessoas felizes sabem que a vida pode ser dura, e tendem a passar pelas dificuldades com uma atitude de enfrentamento, e não de vitimização. Assumem a responsabilidade e focam em resolver seus problemas rapidamente. Perseverar  na resolução dos problemas é característica de quem é feliz, enquanto o infeliz coloca-se como vítima, ficam presas e não agem. Preferem se contentar no choro e lamuriam coisas como "olha o que aconteceu comigo, é sempre assim", ao invés de buscar a solução.

2 - ACREDITAM QUE AS PESSOAS NÃO SÃO CONFIÁVEIS

Os mais felizes tende a ser abertos aos relacionamentos sociais, convivem bem em comunidade e abrem círculos e redes de relacionamentos amplas.enquanto que infelizes costumam ter postura mais desconfiada e assumem precipitadamente temor com estranhos, indagando se estes seriam de confiança. Isto, acaba por fechar portas e reduzir círculos de amizade e consequente tende ao isolacionismo contínuo que leva a solidão.

3 - CONCENTRAM-SE NO QUE ESTÁ ERRADO E NÃO FOCAM NO CERTO

Há muita coisa errada neste nosso mundo, e não é difícil de se perceber isto, ms os infelizes não conseguem vislumbrar nada que possa estar certo. Sempre que você os aponta algo positivo, a resposta vem como "sim, mas...". Ou seja, há que se perceber o errado, sem fechar os olhos para as coisas positivam que a vida oferece.

4 - COMPARAM-SE AOS OUTROS E SÃO INVEJOSAS

Enquanto os felizes sabem que sua sorte vem acompanhada de atitudes, e que os demais não tem nada a ver com isso, infelizes de plantão acham que a sorte do outro rouba a sua sorte, caem em pouca auto-confiança e passam a invejar os que parecem ser mais sortudos.

5 - TENTAM CONTROLAR TUDO

Os felizes vão de passo em passo, mantém controle sobre o que realmente importa e abrem mão de muitas coisas para ficarem com o que lhes convém, enquanto que infelizes buscam controle sobre tudo e todos, e quando os resultados não são os esperados desmoronam em uma exibição dramática do "é sempre assim, nunca dá certo comigo."

6 - CONSIDERAM O FUTURO COM MEDOS E PREOCUPAÇÃO

Os infelizes enchem seus pensamentos apenas como absolutamente tudo pode dar errado, e não há nada que possa ser feito ao contrário. Já os felizes, vislumbram incertezas como oportunidades, arriscam mais e por isso tendem a acertar mais.

7 - SUAS CONVERSAS VERSAM SOBRE FOFOCAS E RECLAMAÇÕES

Os infelizes sempre preferem o passado, e parecem viverem eternamente nele, conferindo culpa ao tempo por não terem alcançado suas aspirações, e ao verem os outros realizados, suas conversas transforma-se em fofocas sobre a vida alheia, via de regra diminuindo ou desmerecendo feitos dos que venceram.

Então é isto. E você, se identifica com quais destes hábitos?

* Fonte:


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Carisma



Muito já se falou sobre o tamanho da importância que o carisma de alguém pode resultar positivamente nas relações multi-sociais. 

Líderes de todas as esferas, seja na política, no mundo corporativo, nas famílias ou numa simples roda de amigos, invariavelmente são pessoas carismáticas. 

Diferentes estudos em diferentes épocas, são unânimes em reconhecer as figuras históricas que ocuparam posições de grande importância num determinado momento eram, invariavelmente, carismáticas, ao ponto de por vezes, substituírem eventuais pontos fracos simplesmente por seu carisma pessoal.

Jesus Cristo, Napoleão, Churchil, Roosevelt, JK e até o presidente Lula são exemplos de líderes políticos, que mesmo sem maiores habilidades variadas, venceram pelo carisma.
O carisma, dizem os estudiosos, é algo que você tem ou não tem. Não existe o sujeito mais ou menos carismático.

Exemplos de pessoas carismáticas

Pode-se perceber o nível de carisma de alguém de muitas maneiras, desde como a pessoa de veste, sua gestualidade natural, a postura, tom de voz e mesmo seu silêncio. É aquela percepção, muitas vezes dita como "primeira impressão", ou seja, você identifica o carismático quando ele adentra no ambiente, antes mesmo de dizer palavra.

E você, tem carisma?
Nos link's abaixo, segue alguns testes modestos para você avaliar seu nível de carisma.



sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Dica Para Riqueza


(*) Preste bastante atenção amigo:

A maioria dos conselhos dados ''pelos de fora'' sobre “como ficar rico” tem a ver com JUNTAR DINHEIRO.

Essa vai ser difícil de engolir, mas saiba que você nunca vai ficar rico juntando dinheiro. A única maneira de você ficar rico de verdade é criando um produto ou criando uma oportunidade, sendo um produtor ao invés de consumidor e VENDENDO alguma coisa para muitas pessoas. Em suma, a única forma de ganhar muito dinheiro é fazer a sua renda crescer, Make Money ou Fanno Soldi, capisce?

Você não vai ficar rico tendo uma renda limitada e juntando um pouco dessa renda limitada, principalmente se ela for contabilizada em salários mínimos.

Juntar dinheiro é uma atividade para pazzo, que não requer muito esforço. 
Para ficar rico você precisa agir, correr atrás, suar a camisa, ser antes de tudo, implacável. É necessário antes de tudo ser um homem paciente que controla, que é firme; constante em todas as coisas.

Permanecer à parte da sociedade externa, geralmente contra ela e não ter pretensões. O que deve ter é uma força interna que lhe conferirá presença, porque você espera, planeja, e ataca somente no momento da melhor chance de sucesso..

Você precisa produzir para ser rico. Quem junta dinheiro só pensa em reduzir. Eles reduzem o número de cafés do Starbucks que eles tomam por dia, reduzem o número de vezes que comem fora, mas nunca reduzem os gastos que realmente precisam ser reduzidos. E mais importante: Nunca produzem nada.

O pazzo que junta dinheiro e pensa que vai conseguir se aposentar cedo é um sonhador. O uomo di onore que faz dinheiro não se preocupa com aposentadoria – ele já tem bastante tempo em mãos.

A maioria diz que se quiser ficar rico, precisa ter um bom trabalho que lhe de segurança (como ser um funcionário público) e um bom salário. Esse tipo de conselho sempre é dado por familiares não-ricos, professores, funcionários públicos, amigos, etc.

Se essas pessoas realmente soubessem como ganhar dinheiro elas não estariam trabalhando no seu atual emprego. Elas não estariam trabalhando em lugar nenhum! Elas trabalham em empregos que qualquer pessoa com um diploma de faculdade poderia ter. São pessoas que ganham mal, não tem dinheiro ou tempo livre nenhum e ainda tem a ousadia de dar conselhos sobre como ficar rico.

Quer ser rico e poderoso, então escute o conselho da ''nossa coisa'', tenha uma vida toda feita de trabalho e autonegação, autoconfiança e autocontrole. Não busque confrontos; evite-os - a não ser que algo de extrema importância esteja em jogo. Ao contrário, manobre em direção a seus objetivos. Seja astuto. Acima de tudo, saiba o que é importante, e isto lhe conferirá dignidade e atrairá respeito. Deixe de pensar em ter um bom emprego e passe a se dedicar em ''fazer empregos'' e a não trabalhar para ninguém. que não seja a si mesmo. 


(*)
Texto retirado do perfil do Facebook #cosa Nostra












Acesse para outros destaques: https://www.facebook.com/laCosaNostraBR?fref=ts


sábado, 6 de dezembro de 2014

O Livro

Parte da estante lá de casa...
Mesmo hoje, num mundo extremamente tecnológico, de mídias variadas e múltiplas alternativas de entretenimento, um bom e velho livro, impresso em papel mesmo, ainda permanece vivo, amparado nas nossas estantes e é fonte certa de cultura, diversão e conhecimento.

A escrita surgiu na antiga Mesopotâmia, por volta de 4.000 a.C., quando os homens perceberam a necessidade de registrarem os fatos da história como um todo, para poderem acessarem os mesmos depois. Tais escritos eram feitos em tijolos de barro. Posteriormente, foi a vez dos egípcios criarem o papiro, precursor do papel de hoje, e mais tarde foi a vez dos gregos inventarem o pergaminho, feito de couro animal. O primeiro registro de um material similar ao papel na história é oriundo da China, feito por uma mescla de folhas, restos de tecidos e redes de pesca.

Os árabes dedicaram sempre muita importância ao registro escrito, e os judeus, desde os antigos hebreus, tiveram na leitura fortíssima identificação cultural, ao ponto de ainda hoje serem chamados de "o povo do Livro".
Judeu retratado em leitura: o Povo do Livro

Até a invenção da moderna prensa, no século XV, os registros históricos foram preservados graças aos monges copistas, que passaram a vida fazendo cópias de livros. Já com a prensa de tipos móveis, desenvolvidas pelo alemão Johannes Gutemberg, deu-se início uma nova revolução nas comunicações, o que permitiu a produção em massa de livros como conhecemos hoje.

Recentemente, a história do livro teve um novo capítulo, que foi a sua digitalização. Vários títulos passaram a ser disponibilizados em versões totalmente digitais, e outros estão sendo lançados exclusivamente neste formato. É uma nova era que pretende tornar a leitura ainda mais acessível, seja por meio de tablets, leitores digitais, celulares e demais mídias eletrônicas.

Os adeptos da leitura digital, afirmam que tal prática ainda contribui para causa ambiental, em razão do consumo consciente do papel.
No Brasil, no dia 29 de outubro celebra-se O Dia do Livro

Seja como for, na tela de um aparelho, ou no manuseio tradicional das suas páginas, o livro sempre será um bom companheiro de qualquer ocasião.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Vida Real


errado pensar que o amor vem do companheirismo de longo tempo ou do cortejo perseverante. O amor é filho da afinidade espiritual e a menos que esta afinidade seja criada em um instante, ela não será criada em anos, ou mesmo em gerações." (Khalil Gibran)


Vida corrida, obstáculos profissionais, dificuldades financeiras, incertezas gerais.

São os tempos modernos.

Houve um tempo, e não tão distante, em que as pessoas viviam, de certa forma, como se seguissem à risca um roteiro previamente elaborado, como uma espécie de receita de bolo ou manual de passo-a-passo para que o mundo seguisse sua rota. Era só estar num determinado padrão tradicional e familiar para que tudo desse certo. Ao menos aos olhos dos demais, da chamada "sociedade".

Assim, bastava ir à igreja, não faltar as aulas, integrar algum grupo social e de forma natural e metódica, tudo terminava bem: entraria-se no mercado de trabalho, encontrava-se o amor da nossa vida, nos casaríamos, vinham os filhos e o final feliz era garantido. Era a vida.

Foi sob a égide padrão que muitos casais sobreviveram (e não viveram) infelizes a longos e longos anos de ilusões, máscaras, mentiras, sofrimentos e angústias diversas, afinal, não havia outra forma. Não conviver em matrimônio nem pensar. Ser mãe solteira era o mesmo que morrer. Separação então era pecado capital. O modelo indicava: "Já pensou o que vão dizer??"

Parecia a vida ideal, mas de fato era apenas e tão somente a vida real.

A convivência não é fácil. Não mesmo.

Mas como afirmei lá em cima, vivemos hoje os "tempos modernos". 

Sem invocar o mérito da questão que impõe aceitações e concordâncias goela abaixo, da quebra de tradições e costumes, da desintegração da família, da total perda de valores, nem mesmo propor o que eu penso ser certo ou errado, quero apenas abordar a vida real, sem romance, direto ao ponto.

Vi a separação dos meus pais no início da adolescência, primeira metade dos anos 80, onde isto ainda era uma heresia. Saí para combater meu combate aos 16 anos, já vivendo a minha vida real, não a ideal. Tudo sempre muito difícil. 

O tempo passou. Fui para o mercado, estudando e trabalhando. Encontrei sim o amor da minha vida, que foi instrumento para que Deus me oferecesse amor ainda maior, incondicional e indescritível que é nossa filha.

Continuo estudando e trabalhando. Hoje tenho a certeza de que o mundo é mesmo um ambiente hostil e cruel, que te engole antes que você se dê conta disto, e neste mundo não há espaços para muitas fraquezas. Aliás, ele é implacável para com estes.

Este é o mundo. Mas não precisa ser necessariamente a vida. Pelo menos não a minha.

Ainda estou combatendo o meu combate, com todas as adversidades dos tempos modernos. Mas também estou vivendo a minha vida, revisando minhas escolhas, refazendo meus planos e dando graças de ter as pessoas que tenho ao meu lado.



Sei que minha vida pode ainda não ser perfeita, e não é. Tampouco ideal. Mas esta é a realidade da minha vida, e somente eu mesmo posso aproximá-la da vida ideal que eventualmente eu deva encontrar.

Ah! E quanto ao mundo hostil, cruel e implacável, não tem outro jeito a não ser vencê-lo.

Vivas para a vida. Viva a vida!

sábado, 4 de outubro de 2014

O Dia do Perdão

***(Fonte)

O Yom Kippur, ou Dia do Perdão, é celebrado por todos os judeus ao redor do mundo, anualmente, no décimo dia de Tishrei, o primeiro mês do calendário hebraico.


Antiga ilustração de Yom Kippur
Neste ano de 2014, ao por-do-sol do dia 03 de outubro, cerca de 14 milhões de judeus de todo o mundo, 120 mil no Brasil, iniciam as comemorações do Yom Kipur, o Dia do Perdão, considerada a data mais sagrada do calendário judaico, em que se faz jejum para atingir uma introspecção completa e pede-se o perdão dos pecados cometidos.

O Yom Kipur inicia-se exatamente dez dias após o Rosh Hashaná, Ano Novo Judaico. É durante essa celebração que os membros da comunidade realizam jejum para atingir uma introspecção completa, na qual pede-se o perdão pelos pecados cometidos e a anulação das promessas feitas entre o homem e o Criador, durante todo o ano e porventura não cumpridas.

Na véspera do Yom Kipur, em todas as sinagogas ao redor do mundo, as portas da Arca Sagrada (onde são guardados os rolos da Torá) são abertas e os rolos retirados. Quando anoitece o cantor litúrgico dá início ao Kol Nidre, um prelúdio marcante que durante séculos transmite às gerações de judeus o espírito do Dia do Perdão.

Desde antes do pôr-do-sol da véspera até o completo anoitecer do dia seguinte, é proibido comer e beber, lavar-se (ao levantar pela manhã é permitido lavar apenas os dedos e passa-los nos olhos), passar cremes, óleo ou maquiagem (no rosto ou no corpo), calçar sapatos de couro e ter relações conjugais. Meninas a partir de doze anos de idade e meninos a partir dos treze, precisam jejuar o dia inteiro e cumprir todas as leis referentes a este dia.

Ao terminar o Yom Kipur, um serviço chamado Ne´ilá oferece a oportunidade final para o arrependimento. O serviço se encerra quando é repetido por sete vezes o versículo “O Senhor é nosso Deus”. O Shofar, instrumento feito de chifre de carneiro, soa uma vez e todos proclamam “No ano que vem em Jerusalém”. Segundo a tradição, ao término do jejum uma voz celestial proclama “vão e comam o pão com alegria, pois D'us aceitou suas preces e os perdoou”.



Rabino soando à Shofar

*** Fonte: Perfil no Facebook "Israel no Brasil":
https://www.facebook.com/IsraelinBrazil?fref=ts

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Vende-se corrupto


Em tempo de eleição, é bastante comum ouvir por aí a expressão "político vendido".

Interessante analogia que pode ser feita a partir disto, pois o político será antes de tudo uma pessoa como outra qualquer.

Imaginem então a hipótese de se construir prateleiras gigantes pra lá e pra cá, bem adornadas, de boa pintura e esteticamente plástica, com visual inovador.

Daí, coloca-se a prateleira numa bela vitrine, iluminada com luzes de efeito, brilho e muito colorido, e ali dispomos de uma série de políticos, todos disponíveis para venda.

Claro que os padrões, modelos e tons seriam os mais variados, tipo, Político com boa experiência por apenas R$ 50 mil! Ou, Político em início de carreira! Aproveite o preço! Também poderiam haver os preços promocionais, como Político bom de voto e sem escrúpulos por apenas R$ 35 mil!!!
E por aí vai.

Na minha experiência como agente político de mais de duas décadas, vi quase de tudo.

Relato uma passagem que me marcou no sentido do tema que aqui abordo.

Certa vez, em uma campanha destas municipais, ouvi de um dos coordenadores de uma das candidaturas para prefeito, que buscou o candidato alegando que seria necessário algum reforço na chapa de candidatos a vereadores, a fim de garantir maioria no legislativo para o mandato, do que ouviu a seguinte resposta: "Fulano, vereador é que nem produto. Depois da eleição eu vou lá na prateleira, escolho os que me agradam e compro."
É assim.

E o mais contraditório, é quanto mais o sujeito se vende, menos ele vale.